Atualmente editor-assistente do Diário de São Paulo, Antonio Leria, mais conhecido como Toninho, têm uma carreira repleta de histórias, desafios, transformações e realizações.
“Mesmo sendo um péssimo aluno de português não desisti do sonho de ser jornalista”, disse Toninho.
Iniciou seus estudos universitários na faculdade Metodista.Em 1991 quando cursava o quarto ano do curso de jornalismo foi convidado a estagiar no mais conhecido como DIPO, Diário Popular, onde trabalhou durante as madrugadas na área policial por seis anos e meio, porém tinha o sonho de trabalhar na área esportiva. “Fiz alguns trabalhos com esporte, mas vi que não era o que realmente eu queria. Minha paixão mesmo era a área policial”.
Teoricamente tudo estava encaminhado.Surge uma vaga para repórter, porém não foi dessa vez que ele foi o escolhido. Indignado com a situação pediu demissão do Diário Popular.
Porém Toninho não parou por aqui. Trabalhava paralelamente em um outro jornal: “Folha Dirigida”, nada comparada ao DIPO, é claro.Mas era um jornal.Durante dois meses trabalhou na Rede Globo.E quando ele menos esperava, lá estava ele trabalhando no DIPO novamente.
“Meu ex-chefe, que agora é o meu chefe mais uma vez, quando me viu ficou surpreso e num tom de gozação dizia que só era ele sair de férias que a redação virava uma bagunça”.
O DIPO acabou.Mas o sonho não. Sempre em busca de seus objetivos, hoje, Antonio Leria é considerado um jornalista conceituado e se encontra no cargo de editor-assistente do Diário de São Paulo, um dos jornais mais populares do estado.
“Digo para todos os universitários jornalistas quando me questionam sobre emprego na área de jornalismo que a oportunidade está sempre em nossas mãos.O que mais buscamos na redação de um jornais são pessoas éticas e capacitadas que procuram nesta carreira,muito mais que um emprego e sim fazer a diferença.